domingo, 20 de abril de 2008

H de esquizofrénico





Reparei ainda á pouco
Sentia um odor, não era meu
Era mágico!
Uma mistura de trágico com risível.
Era de facto alguma coisa…
Olha, passou outra vez.

Que bom. Desculpa, caí no ridículo…
Estava a tentar discernir o algo que exalas.
(Lá está ele outra vez! Que penso eu?
Pára! Diz-lhe) Amo-te…
Perdoa, por vezes a força que insiste
é superior á que resiste.

(Problema de menor, basta ressalvar-me,
Algo impossível, devo acrescentar.)
Mas que euforia, parece que me ria…
Afinal não, apenas me via em ti,
Nos teus olhos, no teu rosto, no teu tu!
Perdoa-me não sei falar sobre o tabu!

Amu-tu? Será? Será que transformando,
Posso ir dissimulando o que tento, refutando,
Esconder, enquanto ando (para de rimar com “ndo”)
Para aqui e para acolá?
Pois… não fará muito sentido, mas será que… repetindo?
Amu-tu? Ouves então desta feita? (…)

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