sábado, 29 de dezembro de 2007

Ho..Ho...HO


Ai ai ai, que saudades da noite de natal, são tão grandes as saudades que até parece que me consomem o âmago enregelado pela frieza com que o meu pai disse “o quê? Uma maquina de café? Ah, muuuuito obrigado, filho…(pequena risada irónica)”.
Mas a vida é isto mesmo, tanto temos 13 anos de idade e estamos a pedir uma guitarra acústica pelo natal como a seguir temos 22 e recebemos a guitarra que há muito tempo pedimos e que agora já não sabemos que uso lhe havemos de dar!
A vida tem muito disto, muitas incertezas, muitos atrasos, muitas subtilezas, as quais nós só percebemos quando alguém tem a amabilidade de nos espetar com ela na tromba e dizer:
“Ai agora não queres a viola? Ai não? E agora o que é que eu faço com ela? Que queres Tu que eu faça com ela? Ai agora é muito tarde para ganhares destreza manual para dominares na totalidade as variantes da guitarra acústica em todo o seu esplendor! Até parece que queres que eu a vá dar á troca… por acaso até podia dar á troca, se calhar troco por…”
Um ano depois percebi que ele a tinha trocado… por uma máquina de café e que por isso a minha ideia de este ano ser um bom filho e oferecer uma maquina de café ao meu pai, caiu completamente por terra.
Mas pronto, pode ser que eu a vá trocar…

quarta-feira, 24 de outubro de 2007

Um Caso de polícia. Parte 1


Peço imensa desculpa aos mais sensíveis, mas tenho, tenho mesmo de falar sobre um assunto que nos toca a todos.
A Maddie, Maddie não, que isso até parece nome de miúda desaparecida, a Madeleine, desapareceu… Bom, até agora nada de novo, ninguém se encontra chocado.
Comecemos então… O desaparecimento da Madeleine trata-se, nada mais nada menos, de um esquema dos pais para ganhar dinheiro, quer dizer, pelo menos desde o desaparecimento da filha que eles já viajaram para melhores sítios do que aqueles que eles tinham “possibilidades” para pagar, isto é, um casal de médicos inglês podia muito bem escolher um “sitiozinho” menos “pobrezinho” para passar as ferias de verão, é que o Algarve, nem para português serve… E se formos a ver, eles até já foram ao Vaticano procurar a filha, imagino como terá sido a conversa com o papa:
-“ Papa, Santíssimo, ouve lá… não foi nenhum dos teus amigos que a levou… pois não?”
A verdade é que o desaparecimento da Madeleine, é um acontecimento que provêm de uma fragilidade parental. Os pais de Madeleine, exaustos e esfomeados, decidem, abdicando de tudo o que têm, ir “jantar”, afim de não perderem os sentidos, por não se conseguirem alimentar convenientemente, visto terem 3 filhos e terem de tratar de todos ao mesmo tempo. É então num momento de perfeita estupidez que largam os três filhos para ir a uma “jantarada” com os amigos… obviamente isto nunca aconteceria em Portugal, em Portugal, a mãe passaria fome, ou comeria os seus filhos!

quarta-feira, 26 de setembro de 2007

Ele Vive!


É verdade, ele vive, ele está vivo, ele ainda resiste.
Não que isto seja realmente verdade, ou que faça muita diferença para aquilo que eu vos quero dizer.
A verdade é que desde o inicio deste blog que eu, como seu autor, faço e desfaço promessas. Por isso mesmo, hoje, não farei qualquer tipo de promessa, farei antes uma jura. Como tal, eu juro, juro que serei para sempre completamente irresponsavel no que diz respeito ás publicações deste blog, nunca serei como o periodo femenino quando acompanhado da ingestão da pilula, serei como uma boa cólica, aparecerei quando menos esperarem.
É então chegado o momento tão esperado, a apresentação das novidades.
A primeira novidade é que finalmente saí do armário, finalmente me assumi como homosexual e por consequência me sinto muito mais desenvolto a nivel fisico. Descobri também recentemente uma patologia que me faz mentir compulsivamente sempre que escrevo ao mesmo tempo que tenho uma bebé nua ao meu lado aos saltos na cama.
No campo profissional assinalo a reabertura do blog e a reentré nas lides cómicas.
Aviso então que vou começar a participar activamente na programação do laranja canela no Castelo da Maia, será então aos domingos á noite e espero-vos lá a partir de dia 7 de Outubro.

sábado, 14 de abril de 2007

Portugal, essa bela localidade!

Episódio cortado do programa “A gaja burra que nem um calhau e o cromo que pensa que é inteligente, mas é um triste por participar num programa como aquele!”

Apresentador parvo, que devido á conjuntura actual, não sabe que mais fazer, para ganhar dinheiro:

-Sabe que nome tem esta figura púbica?

Mulher designada por, Calhau:

-Hmmm... caracois?

Apresentador parvo, que devido á conjuntura actual, não sabe que mais fazer, para ganhar dinheiro:

- Não, não são caracóis...

Mulher designada por, Calhau:

-Cabelos com uma mize?

Apresentador parvo, que devido á conjuntura actual, não sabe que mais fazer, para ganhar dinheiro:

-Você é parva?

Mulher designada por, Calhau:

-Parva? Eu? Não me elogie... eu sou um calhau...

Apresentador parvo, que devido á conjuntura actual, não sabe que mais fazer, para ganhar dinheiro:

-Ok, mas não nos desviemos do assunto que nos trouxe aqui... sabe que figura púbica é aquela que está na foto?

Mulher designada por, Calhau:

-Hummm... para lhe ser sincera, eu já vi isto em algum lado, mas sinto que estava sempre perto demais para perceber o que era...

Apresentador parvo, que devido á conjuntura actual, não sabe que mais fazer, para ganhar dinheiro:

-Então você é dada ao felácio?

Mulher designada por, Calhau:

-Sim, eu sei que tive essa disciplina no 7º ano, afinal não sou assim tão burra! (riso de burra)

aliás, ainda me lembro de uma ou duas palavras dessa disciplina... argh... árrega, entre outras...

Apresentador parvo, que devido á conjuntura actual, não sabe que mais fazer, para ganhar dinheiro:

-Bem, eu pensava que não saber quem era a Amália era grave, mas agora provaste que tudo é possível... ultima hipótese, sabes que figura púbica é esta?

Mulher designada por, Calhau:

-Humm... são...

Apresentador parvo, que devido á conjuntura actual, não sabe que mais fazer, para ganhar dinheiro:

-P...

Mulher designada por, Calhau:

-Pe

Apresentador parvo, que devido á conjuntura actual, não sabe que mais fazer, para ganhar dinheiro:

-Pent...

Mulher designada por, Calhau:

-Pentes? São pentes?

Apresentador parvo, que devido á conjuntura actual, não sabe que mais fazer, para ganhar dinheiro:

-Não, não são pentes, mas estás lá perto ...

Mulher designada por, Calhau:

-São... pente... pente... pente... pente...

Apresentador parvo, que devido á conjuntura actual, não sabe que mais fazer, para ganhar dinheiro:

-PENTELHOS, C#$@€%&!! Tiras-me do sério, mesmo sabendo que isso é já uma característica obsoleta em mim!

Mulher designada por, Calhau:

-Ah, aquelas coisas que são difíceis de tirar dos dentes?

(Interrupção da Emissão)

Aviso da entidade televisiva, que aproveitando-se da pouca disponibilidade mental dos seus assistentes, para se aperceberem da m#€£%, que vêm na tv, usa e abusa do “ideal” de liberdade conquistado no 25 de abril, pelos mesmos Tansos que hoje em dia puxam dos galões da luta e da campanha da época, (pré 25 de abril) para fazerem a mesma trampa que na época criticavam!

-Pedimos desculpa pelo que acabaram de ver. Devido à actual situação do país, sentimos que devíamos espelhar um pouco da vossa ausência de cultura e pragmatismo. Pedimos que aguardem pelo próximo programa, sem qualquer tipo de fundamento, ou mensagem, que irá para o ar dentro de momentos.

Final de Emissão!

sábado, 24 de março de 2007

Repensando a razão das coisas...

Inevitavelmente as coisas alteram-se, o menino que ontem brincava com um carrinho fabricado com amor e carinho pelo próprio pai, nos dias de hoje tenta encontrar maneira de pagar as 35 prestações do pc portátil que teve de oferecer ao filho, afim de que este não se sentisse inferior aos outros “meninos” cujos pais estão tão endividados que apenas se recordam da simplicidade dos tempos dos carrinhos de lata!

É a isto que chamamos “evolução”! É neste mundo de consumo e de frivolidade que nos temos de aperceber da necessidade das pequenas coisas que previamente nos salpicavam a vida de rasgos de felicidade. Esta nova geração é preocupante, não por culpa deles, mas por culpa daquilo que nós nos tornamos. É sempre o passado que molda o futuro, nunca o contrário! A moralidade dos costumes e o usual rito da condenação de novos costumes costuma usurpar o poderio do livre arbítrio existente nas novas gerações. É portanto imperioso ofertar aos “novos” pensadores livres a oportunidade de se aproximarem da fria realidade, afim de que estes tomem em mãos o seu lugar no domínio das suas vidas!
Permitindo-me a mim mesmo a tomada de decisão, anuncio aqui o desprendimento de qualquer moralidade ou decoro nas minhas seguintes palavras:

Vivemos numa sociedade de merda!

Agora que consegui desabafar um pouco, anuncio que a partir de domingo, dia 25/03/07, este blog reata as suas funções menos próprias após algum tempo em inatividade.

domingo, 25 de fevereiro de 2007

Impecábel!


Tenho andado a pensar em comprar um carro, agora que tirei a carta, a decisão pareceu-me óbvia!
Aquilo que a mim me choca, é que sempre que entro dentro de um stand de automóveis, sinto-me um ratinho que está prestes a ser “papado” por um gatarrão gordo e feio que dá pelo nome de senhor Aquilino. Sim, esse mesmo que antes trabalhava como picheleiro, mas que após uma curta estadia na Alemanha, descobriu o negocio de importação de veículos ligeiros sem condições mínimas para a circulação na via pública, essa mina de ouro que muitos desconhecem!
Aquilo que me impressiona é a quantidade de ratinhos que se encontram nesses mesmos stands. Ao inicio eu pensava que só eu é que iria ser “papado” por esses tipos de sorrisinho amarelo com esgares no sobre olho e manchas de ketchup no colarinho, mas não, existem por aí centenas de milhares de pessoas que confiam no senhor do “tá impecábel, é só um retoque na pintura e fica mesmo impecábel, depois bocê compra um motorzinho de arranque nobo e um spoilere e bocê bê que fica mesmo mesmo impecábel, aliás, fica como novo! E não se esqueça que este carro é uma raridade. Carros como este já não se fazem!” E de facto não se fazem, não por serem maus, mas por que são dos anos 70! É realmente uma decisão importantíssima a compra de um carro, porque o carro passa a ser o nosso “menino” começamos a comprar coisas para o carro ao invés de comprar-mos coisa para nós, começamos a utilizar o carro para tudo e mais alguma coisa e quando damos por nós, o dinheiro que ao fim de 4 meses gastamos naquele carro em 5ª mão que estava “impecábel, mesmo mesmo mesmo impecábel” dava para comprar um carro novo sem qualquer manha para abrir a porta, ou fazer ligar o rádio.
Sabem uma conclusão a que eu cheguei ao fim de 3 dias á procura de um carro? Decidi parar de procurar um carro, porque sabem o que é mesmo mesmo mesmo impecábel?
É ter dinheiro para pagar o passe no fim do mês!

domingo, 11 de fevereiro de 2007

Ano novo Vida nova!

Foi Natal e passou o Ano, comi umas rabanadas, bebi um champanhe e acima de tudo pensei em escrever para este blog (antro de devassidão e despojo).

Confesso que o não fiz, não por falta de vontade, somente por excesso de reflexão.
Pensei, pensei e repensei em escrever, juro que o fiz, não por minha vida, que Deus a tenha em doce guarida, mas pela vida dos demais leitores os quais eu sinto que sentem saudades deste local seguro, despojado de maneiras e formas de estar, onde, pelo menos uma vez por mês, podem suspirar e dizer “que tristeza!”
É por isso mesmo que eu sinto que é chegada a altura de voltar a colocar este local no top dos sítios mais degradantes a visitar seguido de:

http://www.veraepauloferreira.pt.vu/


É por isso mesmo que vos deixo com esta alegre e não menos deslumbrante notícia:
Este blog passa a ser mensal! Irá ter por mês um número certo de postagens, duas!
A primeira no primeiro domingo de cada mês e a segunda no ultimo domingo de cada mês.
Preparem-se, reflictam, coloquem tampões nos ouvidos e abram muito bem os olhos, aquilo que vou dizer fica só entre nós!
É preciso ser-se muito crente para confiarem na minha palavra! Se são crentes sigam o percurs daquele que pretende ser o mais “sério” de todos os blog´s!



quarta-feira, 10 de janeiro de 2007

Reflexos da nossa gente.

Tenho reflectido. Durante essas minhas reflexões, apercebi-me de que existiam muitas coisas para explicar nas expressões idiomáticas com origem no calão Português.

Por exemplo, será que o tipo que inventou a expressão “dar o (local utilizado para a defecação e outros fins, no ver de algumas pessoas, lúdicos) e dois tostões” falou por experiência própria? Ou será que esta é uma daquelas expressões que não nutre o afecto do seu autor, talvez por não fazer muito em prole do seu bom-nome?

Outra que me suscita curiosidade é “Oh paneleiro!”. Apesar de não parecer uma expressão muito elaborada, esta expressão deu inicio aquela que será, até aos dias de hoje uma das mais famosas e importantes expressões idiomáticas do calão algumas vez descobertas! Apesar de ter tido um início simples, as forças intelectuais impeliram esta expressão a ganhar contornos ainda mais densos, tendo uma das respostas mais inteligentes sido:

“Sou paneleiro e faço panelas, enfio-te a (palavra em calão que designa o falo) até ás goelas!”. Apesar de os mais cépticos afirmarem que esta é uma frase leviana de um autor leviano, eu acredito que se trata de uma pessoa com um carisma acima da média, pois não só se assume perante todos como homossexual, tal como, na mesma frase dá o seu primeiro avanço naquilo que se poderá vir a tornar numa frutífera e estável relação com alguém por quem ele nutre algum tipo de carinho/afecto.

Apesar da sua demonstração amorosa, nem tudo foi tão belo quanto a sua expressão. Tal como acontece com todos nós, pelo menos uma vez na vida, também o seu amor foi recusado, tendo a sua paixão da altura respondido: “As minhas goelas são de diamante, (palavra em calão que simboliza o acto de tramar, lixar ou estragar, só que não de uma forma tão branda, na terceira pessoa do plural do pretérito imperfeito.) a (palavra em calão que designa o falo) num instante!”. É aqui que a frase ganha os seus contornos mais belos, sendo esta frase transmitida de geração em geração há anos e anos.

Voltamos a ver-nos para a semana para mais uma rubrica de “As (palavra que tem índole depreciativo e que também pode querer dizer coisas) da nossa terra”

terça-feira, 9 de janeiro de 2007

Rotina "costumeira" de um dia igual aos outros!

Cansado da rotina que a sua vida se tornara, certo dia, Mourão Almíscar (nome fictício) decidiu fugir um pouco ao seu já “costumeiro” quotidiano.

“Vou ao Teatro!” Disse ele no tom anafado que é só seu. Nada de estranho pensam os leitores, nada de mais…

Aliás não estivesse ele sozinho e a falar para com os seus botões em voz alta e este seria apenas mais um dia costumeiro na sua vida!

“A sério meus lindinhos, vou ao teatro! Ouvi dizer que por lá cada dia que passa, algo de novo acontece, todos os dias estão impregnados de novidade e euforia (discurso metafórico que simboliza o estado de sitio em que se encontra a actualidade teatral)!

Não contente, Mourão decide mesmo dirigir-se a um dos teatros da sua localidade, onde sem delongas lhe disseram: “Hoje estamos encerrados, o encenador e a equipe artística estão isolados afim de conseguirem captar e posteriormente transmitir a realidade da nossa sociedade ás pessoas da cidade!”

Tais palavras confundiram Mourão Almíscar, para ele não existia sentido nenhum existir apenas uma companhia a trabalhar num espaço tão grande, para além de que não tinha muito nexo eles (companhia artística) se isolarem para capturarem correctamente aquilo que achavam da sociedade onde viviam, segundo ele isso era:

“Estranho amiguinhos, muito estranho, até parece que eu para falar sobre alhos, tenho de aprender tudo o que posso sobre bugalhos! Eu não quero parecer estúpido, mas não seria melhor eles falarem sobre a sociedade e dos problemas que a rodeiam estando em sociedade? Será que eles não deveriam sair um pouco da sala escura onde se fecham afim de verem com os seus próprios olhos que tipo de pessoas passeia cá fora?”

Todo o seu discurso lhe parecia estranho. Todos os verbos, adjectivos e advérbios lhe pareciam retirados de um outra realidade da qual ele não fazia parte. Por momentos sentiu um desfasamento entre a sua noção de realidade e a realidade em sim! Foi então que um dos seus botões lhe respondeu…

“oh meu rapaz aquilo que estás a pedir é simplesmente ficcional! Daqui a pouco estás a fazer exigências como – Todos os deputados têm de saber em que estado é que as pessoas vivem com as leis que eles promulgam; Todas as leis devem ser aprovadas tendo em vista a melhoria das condições de vida dos eleitores e não os conceitos que os demagogos parlamentares pensam que estas atingem! Ou seja, aquilo que procuras e questionas são os princípios básicos que podem levar este lugar à ruptura! E repara que eu sou só um botão a falar, apesar de dizer coisas inteligentes, ninguém me dá ouvidos… percebes?”

“Cala-te! O que é que tu achas que sabes? E mais a mais, já que não posso ir ao teatro vou voltar para o trabalho porque há muita coisa para vetar!”

E assim foi, Mourão Almíscar voltou ao trabalho. No dia seguinte, Mourão Almíscar promulgou uma lei!

“Já que não posso ir lá fora fazer alguma coisa diferente, deixa-me aprovar aqui este decreto…”

Dias depois, o país foi finalmente vendido a Espanha!

Aviso!

Olá, o meu nome é Ricardo Leite. Tal como disse no post anterior, todo o conteúdo deste blog será sujeito a uma seriedade estrema, pelo que será cada vez mais normal este tipo de pequeno texto introdutório a explicar isso mesmo. É por isso que, com medo de me tornar redundante e repetitivo nos próximos post’s, decidi publicar este aviso apenas neste post! Este tipo de aviso é um indicativo da seriedade extrema que a partir do dia abaixo mencionado (data da publicação do ultimo post) este blog preconiza! Obrigado.

quarta-feira, 3 de janeiro de 2007

Novo Início.

O assunto é sério!

Que não se pense que o assunto não é sério!

Aquilo que vou dizer, é sério!

Seriedade é aquilo que eu estou a usar para escrever o que se segue!

O assunto que se segue é assustador de tão sério que é!

Já perceberam que aqui se fala a sério?

A sério, o assunto é sério! Agora estou a falar a sério...

Pha deixem-se de tangas! Estou mesmo a falar a sério!

Bem, chegamos ao inicio de mais um ano. O assunto sério de que se fala é apenas razoavelmente sério, decidi reclamar toda aquela atenção logo ao inicio, afim de que não pensassem que eu não estava a falar mesmo a sério.

Sem mais delongas e tentando sintetizar toda a informação que vos quero transmitir, devo confessar-vos que este blog decidiu partir noutra direção! (apesar de agora ser difícil encontrar transportes seja para que destino for!)

A partir de hoje, este blog, é um blog sério! A partir deste momento todos os assuntos revelados por este blog estarão envoltos numa sobrenatural capa de seriedade!

Este ano tudo será diferente...

Bem vindos á mudança ...