domingo, 15 de outubro de 2006

Noticia de última hora!


É verdade! É uma notícia de ultima hora. Este blog, que tanto tem dado á sociedade Portuguesa dos últimos tempos, vai fechar por um curto período de tempo.
A isto devem-se motivos de força maior, tanto a nível profissional como a nível pessoal.
Espera-se que dentro em breve o seu autor retome funções naquele que é, até hoje, o mais aclamado, lido e criticado blog da actualidade (a seguir ao blog da Odete santos “momentos-de-câmara-oculta-em-que-eu-rapo-o-meu-buço.blogspot.com”).
Toda a extensa equipa que coloca no ar este blog ressente-se do sucedido e espera em breve tornar a afixar um post que problematize a temática trovadoresca e a sua influência nas bocas de engate de Santa Lopes.
Espero a vossa compreensão e até breve!

Tem-se dito…

sexta-feira, 6 de outubro de 2006

Uma hora de vida!


Tenho andado a pensar muito sobre um tema para escrever, talvez por querer dizer mais do que tenho para dizer, ou então simplesmente tento encontrar uma forma de poder dizer aquilo que nunca disse a ninguém.
Talvez por isso mesmo eu me perca tanto em rodeios e em coisas que efectivamente não tem grande interesse para o comum mortal.
É então chegada a hora para parar com os rodeios e começar a dizer aquilo que tenho mesmo para dizer.
Acho que o passo inicial é começar pelo início!
Comecemos então, tudo começou num fim de tarde absolutamente normal de um dia de Inverno na cidade de Matosinhos, ao fim de um período de gestação igual, ou superior a dez meses e meio, nasci!
Era um bebé. Efectivamente tratava-se de um bebé. Para grande felicidade dos meus pais, tinha nascido, com todos os membros bem colados ao corpo um de bebé com 10 meses e meio e quase 5kg de peso. Aquilo que para mim foi uma experiência efusivamente alegre foi, para minha mãe um período de constante sobressalto a que ela ainda hoje se refere como “os piores momentos da minha amargurada e triste vida!”
Sem bem que ache que aquilo que ela realmente queria dizer era:
- Gosto tanto de ti que até nem te quero ver mais á frente!
Coisa que até nem me aborrece muito, porque existem partes da minha mãe que eu também prefiro não ver tão cedo!
Tal como devem supor eu não me lembro de muitas mais coisas, até porque aquilo que eu sei, foi aquilo que me contaram a muito custo as parteiras que estavam lá a assistir à primeira discussão da minha vida!
Segundo elas eu não queria abraçar o meu irmão, talvez por não ter envergadura de braços suficiente para conseguir abarcar no meu peito um portento de 10 anos com excesso de peso e marcas de mousse de chocolate no lábio inferior.
Pode portanto dizer-se que eu era um miúdo muito normal que só tinha um desejo, dar-me bem com toda a gente!
Devo confessar que a pessoa com quem criei menos laços afectivos, ao contrário do que seria de se esperar, foi o meu pai. Penso que uma razão para isso foi o facto de ele não me ter protegido da minha primeira rixa como indivíduo num estado de direito que se quer livre e igualitário! Devo confessar que aquela primeira agressão por parte da parteira com menos buço que a outra, foi algo que me marcou até aos dias de hoje. Ainda hoje, sempre que passo ao pé de uma maternidade sinto um arrepio na espinha!
Este pequeno resumo da minha primeira hora de vida servirá para clarificar a razão pela qual eu sou, aos 21 anos de idade, um jovem perturbado e molestado por um mundo de selvagens!


Tenho Dito!

quarta-feira, 4 de outubro de 2006

É ou não é?!


É o momento! Devo confessar que ao início me senti um pouco renitente em fazer este post, pensei que se calhar seria muito cedo para fazer uma declaração tão sincera e profunda sobre mim mesmo.

A verdade é que faz muito tempo que tento sair do armário. Nunca tinha falado sobre isto a ninguém, mas pelo que eu vejo a altura ideal será mesmo esta, até porque dentro de algum tempo não vou ter oportunidade para esconder isto de ninguém e como vocês sabem, mais vale sermos nós a dizer do que depois as pessoas virem a saber por “bocas alheias”.

Eu detesto bidés! A verdade é que só a palavra bidé me dá enjoos! Desde muito novo que comecei a ter um certo desconforto no que diz respeito a falar sobre esse elemento que existe em tantas casas de banho em todo o mundo!
Aquilo que causou este meu mau estar foi ter ouvido a minha mãe falar tantas vezes sobre o bidé como uma coisa que mais ninguém lá em casa tinha direito de utilizar!
Para mim aquilo era (pelo menos até aos meus dezasseis anos) o lavatório dos anões!
Não concebia outro uso para aquilo, senão o uso dos metricamente desafiados.
O engraçado é que isso passou quando um dia, após ter chegado das aulas mais cedo eu entrei na casa de banho sem bater á porta e vi o que na altura era uma amiga do meu irmão a utilizar aquele aparelho, para mim tão complexo!

Finalmente a explicação surgiu!

É que eu já tinha tentado (sem autorização da minha mãe) utilizar o bidé. Primeiro tentei lavar as mãos, mas a altura não ajudava, depois tentei lavar os pés, mas não conseguia encontrar posição para tal tarefa, no final e já quase em desespero, comecei a utilizar o bidé como o sitio onde eu deixava a minha roupa suja para a posterior recolha e lavagem por parte da minha mãe. Tem piada como a minha mãe nunca se queixou de eu deixar a minha roupa suja no local onde ela lava aquilo que para ela é tão precioso!

Sendo franco, aquilo que me causa repulsa no bidé, é o facto de o bidé cumprir uma função que o poliban e a banheira já cumprem! É quase como numa casa de banho privada existir um urinol e uma retrete.
Poupem-me!

Resumindo, quero esclarecer, para quem me lê que esta repulsa ao bidé, não é só uma mania que eu tenho! Esta repulsa é uma doença, é uma doença grave e ainda não tem cura.

A Bidéófilia existe e é real, não a ignorem!


Tenho Dito!

terça-feira, 3 de outubro de 2006

Quanto custa pensar?



O cérebro utiliza energia para pensar, salvo os casos onde o cérebro tem uma função simplesmente decorativa (Lili Caneças; Lola Ferrari; Ricardo (Guarda redes do Sporting); Paulo Portas). No entanto a energia que ele utiliza, não custa mais do que ter durante toda a vida uma lâmpada de 14 watts de consumo reduzido. O nosso cérebro utiliza a mesma quantidade de energia quer estejamos sob stress, deitados muito descontraidamente no sofá, a decidir se atacamos ou não o Iraque, pensarmos numa forma de combater a fraude fiscal etc.

A maior parte do trabalho do cérebro, de facto, verifica-se fora da nossa consciência, por exemplo, manter o equilíbrio, manter as cuecas na sítio, ou o processamento das impressões dos sentidos a partir dos órgãos e da pele. O homem é o único ser que consegue, deliberadamente desligar o seu cérebro por motivos de força maior. Quando isso acontece, o homem pensa a uma média de 6 cm por segundo.

O cérebro demora cerca de um segundo desde o momento em que tomamos a decisão de mexer o dedo indicador direito até que este se mova, se bem que existem exceções, o estado Português necessita de cerca de 10 anos desde o momento em que decide baixar os impostos até ao momento em que o faz efetivamente (isto deve-se ao facto do estado Port. ser constituído maioritariamente por homens que têm a capacidade de desligar o cérebro quando querem!).

Tenho Dito!

segunda-feira, 2 de outubro de 2006

O que é a Menstruação?

Após a primeira menstruação, ou menarca (primeira vez em que a mulher pode, deliberadamente dar cabo do juízo a quem quiser) , que surgirá no início da adolescência.

A mulher transforma-se num “bicho” irritável e amargo uma vez por mês!
Todos os
meses, após a menarca, os ovários da mulher libertam um óvulo.
È por causa do raio desse ovo que homem passa por uma fase deprimente, onde tudo o que ele diz está errado e onde nada do que ele faça é suficientemente bom para ela!

Este óvulo vai iniciar um percurso descendente e só pode ter dois destinos:

-fazer com que o homem corte os pulsos e desista de viver;

-ou transformar o homem num ser compreensivo durante uma semana por mês.

Outros dois destinos que o óvulo pode ter são a :

-fecundação;

-o amadurecimento e posterior expulsão.

Se é fecundado, o óvulo passa a ovo e vai alojar-se na parede uterina, que entretanto se tinha preparado para receber esse novo ovo: ocorrendo então uma série de problemas para o casal que depois vai ter de lidar com um puto ranhoso que ocasionalmente vai pedir bicicletas e outras coisas que tais!

Se a fecundação não aconteceu, ainda bem! Ficamos todos muito contentes, pois apesar de não termos tomado todas as precauções, o puto não saiu cá para fora para nos chatear a cabeça com pedidos absurdos(tipo as bicicletas acima mencionadas).

É a isto que vulgarmente se chama, “estar com o período”, ou estar menstruada.

Se bem que o homem continue a referir-se ao ciclo menstrual feminino como o período em que a mulher :

“Tá com os azeites, que queres que te faça?!”

Tenho Dito!

domingo, 1 de outubro de 2006

Mas que mundo!

Muito se tem falado sobre guerra e sobre direitos humanos nos últimos tempos. A única coisa que eu me questiono é:

- Quem é que dá o direito de o Goucha aparecer na televisão todas as manhãs?

-Quem é que dá o direito ao programa da Fátima Lopes ter uma hora de programa só a falar de coisas que não interessam, sequer ás pessoas que vêm o Goucha todas as manhãs?

-Quem é que deu o direito ao Herman José de se transformar naquilo que ele é hoje em dia?

Deus e a porra do livre arbítrio!

Vamos ser um mundo livre, vamos ser um mundo novo, vamos ser uma democracia norte Americana!
(toda a ironia e tom jocoso usados nas linhas anteriores são da autoria do interveniente!)

Sexta-feira 13.
Isto e muito mais no Tertúlia Castelense!