quinta-feira, 21 de setembro de 2006

Sexta-feira 13. Outubro. Tertúlia Castelense.

Cada um é como cada qual. Ou será que todos nós queremos ser tal e qual o “tal” tipo? Porque querer é poder e (porque eu posso!) fiz um texto, tal e qual como muitos outros que já fiz. Sem sentido, mas com conteúdo. Tal como disse no início, cada um é como cada qual, eu sou como sou e o “tal”… é tal e qual como é. Por isso é que ele é o “tal”! Um espectáculo baseado num blog. Comigo, contigo com cada um de nós, tal e qual como somos.

terça-feira, 19 de setembro de 2006

Toca e foge!



És membro da bancada parlamentar? Deputado? Foste eleito democraticamente pelo povo do país onde resides? Então faz-me um grande favor:
Para de mexer nos miúdos com idades inferiores a 12 anos!
Sabes que são esses mesmos miúdos que anos mais tarde te vão insultar pelo que fizeste ao país onde eles residem?
Sabes que é esse mesmo miúdo que hoje abraças que amanhã te vai dizer:
“Meu grande animal eu quero o meu fundo de desemprego. E quero-o agora!”
Para que aquilo que me aconteceu a mim não aconteça a mais miúdo nenhum, eu proponho-me a iniciar, “O movimento pelo não abraço ou festinha dos políticos aos menores em qualquer tipo de comemoração política de cariz publicitário!”

Porque quando o Narciso Miranda me abraçou e afagou docemente a nuca, aquilo até nem me pareceu estranho! Porque o mundo ficou mais feio quando eu ganhei consciência política! Porque eu queria ter tido uma infância igual á dos outros meninos!

Por tudo isto e por muito mais eu proponho-me a acabar de uma vez por todas com este tipo de imagens!

Porque os nossos filhos merecem o melhor! Porque a juventude merece o espaço de não ser tocado por gordos nojentos que fazem coisas estranhas com as mãos!

O movimento pelo não abraço ou festinha dos políticos aos menores em qualquer tipo de comemoração política de cariz publicitário não cumpre aqui o seu objetivo! Este movimento promete uma marcação cerrada ao político “toca e foge”, (na verdadeira acepção da palavra) o político que mexe no menino(a) mas que depois não faz nada por ele(a)!

Pelo fim do toque sem intenção!

Tenho Dito!

quinta-feira, 7 de setembro de 2006

É real e aconteceu mesmo!


O segregacionismo chega aos Morangos com Açúcar!

Foi numa tarde do mês de Setembro que, antecedendo a hora do jantar, um episódio dos Morangos com Açúcar passou os limites!
O que se passou foi o seguinte. Após cerca de vinte minutos de troncos nus e biquínis, aparentemente surgindo do nada, uma situação de segregacionismo revela-se! Aquilo que ao inicio se assemelhava a uma cambada de putos sem perspectivas de vida, acabou por ser uma cambada de putos sem prospectivas de vida a expulsar um rapazito da série, só porque o “rapazito” era do norte!
Nota-se perfeitamente que se tratou de uma forma da produção do programa resolver o problema causado por ter um membro do elenco a falar um dialeto diferente daquele a que os outros membros do elenco estariam acostumados!
Pelos vistos (e isto é o que eu deduzo) os outros membros da série televisiva “Morangos com Açúcar” não percebiam o que o rapaz dizia.
Por isso e tentando chegar ao fundo da questão, cheguei á conversa com um elemento da “novela” que afirmou o seguinte:

“aquele monhê não dizia cena com cena! percebes meu niga? É que tipo a gera tava aqui numa de receber o jerk, mas ele falava bué de lá d’cima, tázzzavêre? Pha aqui a nata da big city tentou mas o comparsa crachou...”

Pelos vistos aquilo que levou á quebra de contrato foi um problema de diálogos. Ninguém dialogava, tanto nos bastidores como nas filmagens da série. A titulo de curiosidade, ao que parece, as gravações duravam cerca de 4 a 5 horas para conseguir reunir dois minutos de diálogo que pelo menos conseguissem competir com os piores dias de “A Vila Faia”.

Resumindo, o que aconteceu foi efetivamente muito simples, de entre tão maus actores, argumentistas, operadores de câmara e afins, decidiram expulsar o único rapaz que “falaba assinhe caraumba, parec que els seskécem que quaundo o hermane falaba á puorto, tuoda a guente guostaba muinto!”

O segregacionismo existe e é real!

Tenho Dito!