quarta-feira, 24 de maio de 2006

mas que grande verdade!



Tem piada a forma como a vida nos deixa mentir a nós próprios.
Sempre que dizemos que amanhã vamos fazer algo, eis que chega o momento e deixamos para o outro dia.
Porquê? Porque raio temos de ser mentirosos para connosco próprios? Porque é que temos de mandar a nossa mente mandar em nós e não a deixamos mandar no que nós fazemos?
Eu acho que tem a ver com o sexo! Nada nos move mais do que o sexo. Para o sexo há sempre tempo! Há sempre vontade. Nunca é muito tarde, nunca é muito cedo. Temos sempre vontade, aliás a única razão que nos impede de estarmos constantemente nisso, é estarmos dependentes de outra pessoa que no momento pode querer fazer outra coisa, porque é mulher!
Aliás o problema é esse, o mundo só não é um sitio mais feliz, porque as mulheres não admitem que pensam em sexo tanto quanto nós (homens).
Quanto mais sexo fizéssemos, menos pensaríamos em guerra, quanto mais sexo, melhor forma física teríamos. E quanto a mim a mais importante, tão importante que até vou fazer parágrafo.
Se toda a gente fizesse mais sexo, ia existir pessoas que o não fariam, que por consequência seriam eleitas para cargos de administração, pois assim não ficavam tanto tempo a tentar roubar dinheiro dos contribuintes para pagar as noites de sexo. Acabava assim a corrupção instantaneamente pois os corruptos iam estar demasiadamente ocupados a Ter relações (com outros seres vivos ex.: tatus; colibris; elefantes.) o que ia dar um resultado positivo P.I.B. do nosso país!

uma visão da vida!



A ideia da morte assusta muita gente. Não percebo a razão! Digam-me uma coisa, a vida não é em muito semelhante á morte? Cada dia que passa morremos um pouco, no entanto cada novo dia renascemos.
Eu gosto de pensar que a vida é um dia muito grande em que se morre e renasce várias vezes por ano durante aproximadamente 70 anos (para os homens) e durante 80 anos (para as mulheres). A verdade é que todos os dias andamos á procura do nosso sentido de vida, o que verdadeiramente me incomoda! É que por vezes esquecemo-nos que todos os dias devíamos era procurar o sentido de termos um dia seguinte na nossa vida de hoje! Perceberam?
Não? Eu explico:
- Sempre que me dizem que existe um "plano maior em que todos nós estamos encaixados", eu gosto de pensar que existe um plano menor em que pelos vistos todos os dias nos esquecemos de tentar, pelo menos, acomodar!
Acho que o essencial não é chegarmos ao fim dos nossos dias e dizer, "eu consegui!", acho que o melhor nesta história toda, é podermos todos os dias dizer ao deitar, que nesse dia fiz o melhor que podia e que se morresse naquele momento não morreria completamente infeliz!
Mas também eu tenho 21 anos e sou um cromo!

quarta-feira, 17 de maio de 2006

Escorpião!

Por momentos perdi a esperança na racionalidade humana, tudo aconteceu quando no outro dia estava a ler um jornal e reparei que estava alguém ao meu lado no autocarro a olhar de lado para mim porque eu estava a ler, pelos vistos, eu não estava a respeitar a ignorância pública.
Para aqueles que a inicio este conceito não diz muito, a ignorância publica é algo que ou se tem ou n se tem, n se pode almejar ter a ignorância pública só porque sim. Ser ignorante e andar em público é um estatuto, tem de ser muito bronco e para além disso, gostar-se de ser assim para o alcançar. Em jeitos de bónus se ao ser um ignorante público se fizer a vida negra a outra pessoa que nada tem a ver com isso, ganham-se pontos…
Não é bestial? Eu acho que não, porque eu era esse tipo que nada tinha a ver com o assunto e só porque eu estava a ler alto o horóscopo de toda a gente, o ignorante público, decidiu atormentar-me!
O mundo está virado de pernas para o ar!



Tenho Dito!

Ouçam!


Pha a confusão instala-se no meu cérebro sempre que se festeja a vitória de seja o que for dentro de um carro com cachecóis, a buzinar pelas ruas intransitáveis de seja que cidade for. Onde é que vem escrito que isso é a forma certa de demonstrar alegria? Muitas vezes eu estou na cama com a minha namorada e estou muito alegre por restar com ela, mas não é por isso que, feito parvo, pego no carro e num cachecol dela e vou para o centro da invicta cidade buzinar e dizer amo-te; amo-te; amo-te! Filha da puta amo-te filha da puta amo-te…
São coisas como esta que me tiram do sério, outra que neste mesmo campo me deixa confuso, é a razão pela qual nos queixamos do preço da gasolina. Penso que não faz assim tanta diferença, porque efectivamente continua a ir festejar-se com o carro para o centro da cidade, continua a gastar-se gasolina, continua a chatear-se a cabeça a tudo e todos que naquele dia não partilhem daquela felicidade momentânea de quem vence seja o que for!
Eu sou, neste momento, um fervoroso adepto do “apitas fodes-te!” não por ser contra a alegria, mas por ser contra a poluição sonora!
Tenho dito!